segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Educação e Inclusão Digital.

Universidade Estadual da Paraíba

Centro de Ciências e Tecnologia

Curso: Licenciatura em Computação

Componente Curricular: Prática Pedagógica do Ensino da Computação VI

Professora: Ms.Maria do Rosário Gomes Germano

Aluno:Mércio Aurélio Almeida Vieira

TEXTO 9 – Educação e Inclusão Digital.

  1. No texto a autora apresenta duas concepções de inclusão digital. Que concepções são estas? Você concorda com elas? Justifique

A primeira concepção de inclusão digital citada no texto é a divisão da população em dois grupos, os incluídos digitais, indivíduos que tem acesso as tecnologias da informação e comunicação; e os excluídos digitais, aqueles que não têm acesso as tecnologias da informação e comunicação.

Na Segunda concepção a inclusão digital não é apenas ter acesso as TICs

E sim fazer um bom uso delas, deixar de ser um mero consumidor e passar a produzir e contribuir na formação de informações e conhecimentos. O que exige muitos do que um mero curso básico de informática. Navegar é auto de data, produzir exige esforço e conhecimento.

  1. Considerando as leituras e discussões realizadas sobre inclusão digital comente a citação abaixo: De fato, a técnica é mais aceita do que compreendida. Como tudo parece dela depender, ela se apresenta como uma necessidade universal, uma presença indiscutível, dotada de uma força quase divina à qual os homens acabam se rendendo sem buscar entendê-la. (Santos, 2000:45)

Em algumas passagens no texto auxiliar: Sociedade da informação: democratizar o quê? Descreve esse processo de fazer sem entender como a questão da alfabetização onde o indivíduo sabe ler, saber escrever, mas não sabe compreender o que foi lido ou o que foi escrito, fenômeno denominado de analfabeto funcional, fazendo uma relação com a inclusão digital, de acordo com o pensamento citado na questão estaríamos de frente para um analfabeto funcional digital.

  1. Segundo Bonilla é necessário que haja uma mudança processual. Que mudança é essa? Como ela se efetivará?

Segundo Bonilla, é necessário incluir nos processos educativos as tecnologias digitais, Inter disciplinando as atividades escolares com as TICs tornando a escola mais próxima do mundo dos alunos. Capacitando os professores para esse mundo de nativos digitais, para interagirem com os alunos neste processo, devem-se articular também todas as organizações da sociedade (universidades, governo, instituições privadas) buscando a formação de indivíduos ativos e autônomos e democratizar a informação. Isso promoverá a criação de uma grande rede cultural, científica e educacional, fortalecendo o tecido social.

  1. Qual a relação que a autora do texto estabelece entre INCLUSÃO E EXCLUSÃO DIGITAL?

A autora em seu texto define a inclusão digital como um processo indispensável e de grande importância para o desenvolvimento social, mas que, assim como todo processo social, não atinge o total da sociedade, gerando de certa forma uma exclusão de alguma parte da sociedade, sendo neste caso, uma exclusão digital.

  1. Destaque dois aspectos do texto que são relevantes para sua compreensão do conceito de inclusão digital docente. Comente-os.

Os professores para manterem seu papel de passar o conhecimento, devem abandonar a era pre-digital e serem imigrantes digitais, buscando sempre atualizar-se e cada vez mais se torna mais nativo nesta língua em que se falam hoje, revendo conceitos e refletindo sobre as próprias práticas pedagógicas as quis muitas estão superadas ou arcaicas.

Os professores devem estar incluídos digitalmente e de acordo com essa nova abordagem de inclusão digital exposta no texto, sendo produtores de informação e críticos do processo. Assim, retomando o seu papel em sala de aula como passador de conhecimentos não se sentindo inferior aos alunos que, em sua maioria, são nativos digitais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário